Antes da clínica, trabalhei por anos no marketing, muitos deles no mercado financeiro. Vivi de perto o ritmo acelerado, a autocobrança constante e a sensação de precisar dar conta de tudo ao mesmo tempo.
Como acontece com muitas mulheres, o corpo começou a sinalizar antes que eu conseguisse nomear o que estava acontecendo.
A terapia entrou nesse momento. Não como uma ruptura imediata, mas como a possibilidade de olhar com mais honestidade para o que estava pedindo pausa, e para o que já não fazia mais sentido continuar sustentando.
Esse percurso atravessa profundamente o modo como trabalho hoje.
Na clínica, acompanho principalmente mulheres que aprenderam a sustentar muito por fora —no trabalho, nas relações, nas expectativas que carregam — e que começam a perceber o custo disso por dentro.
Muitas chegam com ansiedade, esgotamento emocional ou com a sensação silenciosa de que algo na vida já não cabe mais como antes.
A terapia pode ser um espaço para compreender esses movimentos, reconhecer padrões que se repetem e construir, aos poucos, um caminho de autoconhecimento mais leve e alinhado com quem você é.
Se essa história conversa com você, será um prazer te acompanhar nesse processo.


